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Atualizado em 26/07/2021 – Escrito em 20/06/2021 Abacare

Tratamento inadequado pode trazer prejuízos ao desenvolvimento de crianças com TEA

A pandemia do coronavírus está sendo uma divisora de águas para a humanidade, principalmente em face do isolamento/distanciamento social determinado, proporcionando o surgimento de novas atividades e hábitos, tudo tão inédito para nossos tempos. Com tantas mudanças em curso muitos pais estão buscando práticas que podem colaborar para o desenvolvimento da criança com autismo. Entretanto, especialistas alertam que é necessário cuidado com as informações que trazem métodos e estratégias terapêuticas que não possuem comprovação científica.

A Profa. Dra. Giovana Escobal, diretora do Instituto ABAcare, explica: “Na medida em que os índices de prevalência do Transtorno do Espectro Autista (TEA) aumentam, o último CDC revelou 1 pessoa com autismo para cada 54 crianças, cresce também o número de indicações de tratamentos que possuem necessidade de investigação e por isso, oferecem vários riscos”.

Segundo Giovana as buscas na internet e até mesmo em grupos de WhatsApp apresentam muitas ofertas que geram confusão no cotidiano das famílias, e em função disso, provocam graves riscos ao tratamento que está sendo realizado. “Primeiramente é importantíssimo o encaminhamento adequado pelos profissionais de saúde, pelos agentes de justiça e pais, pois o emprego de práticas inadequadas pode afetar drasticamente o atendimento da criança com TEA em todos os contextos”, diz.

Dentre as estratégias comportamentais que mais se destacam pelo conjunto favorável de evidências científicas no tratamento se encontra a Análise do Comportamento Aplicada (ABA), um dos braços da ciência que se dedica a aplicações socialmente relevantes. A Psicóloga Dafne Fidelis destaca que a hipótese principal da ABA é que as crianças com autismo apresentam “bloqueios” que os impedem de desenvolver as habilidades diárias. Por isso, é necessário compreender e intervir no comportamento da criança, aplicando os princípios da análise do comportamento.

Ainda de acordo com a psicóloga, com ABA, as crianças autistas conseguem aprender habilidades que os programas educacionais tradicionais não ensinam. “Por meio de instruções simples e claras, e tentativas repetidas feitas com ajuda de alguns materiais, é possível desenvolver a fala, a leitura, a escrita, a matemática e até o auto cuidado em portadores do autismo. A longo prazo, essas pessoas podem se tornar indivíduos independentes e prontos para o mercado de trabalho”, conclui.

Instituto referência em terapia ABA

Ribeirão Preto possui um instituto referência em terapia ABA para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), o ABAcare. A organização oferece apoio para pacientes com atrasos no desenvolvimento intelectual, de linguagem, e também capacitação e consultoria para as pessoas envolvidas com esse público.

Com localização privilegiada o Instituto está instalado na Av. Carlos Consoni, 791, no bairro Jardim Canadá em Ribeirão Preto.

Informações sobre acompanhamentos, cursos e consultorias podem ser encontradas por meio do site https://abacare.com.br, ou no Facebook e Instagram @institutoabacare.